Archive for the ‘Emoção art.ficial 4 - EMERGÊNCIA’ Category

Obras // Emoção Art.ficial 4

July 6, 2008

Vou postar sobre as obras que mais me chamaram a atenção em cada andar.

ANDAR#1

I/VOID/O, de Sandro Canavezzi de Abreu [Brasil, 2008]
Versão atualizada da instalação VOID, em que o público observa o conteúdo de uma “caixa preta” (na verdade, uma esfera acrílica espalhada onde um cubo virtual é projetado internamente), na qual, sons, imagens reais e virtuais se fundem e se confundem, criando uma realidade interna instável e inóspita. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007.

Uma espécie de um jogo sem um objetivo específico; o usuário controla com um bastão ligado a uma caixa, que pode ser movimentado para os lados e para dentro/fora. O movimento feito pelo bastão é visto em um telão posicionado de frente para o usuário. Ao finalizar o “jogo”, um telão ao lado é ligado, mostrando imagens que são vistas corretamente com óculos 3D, disponibilizados na instalação.

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Performative Ecologies, de Ruairi Glynn [Inglaterra, 2007]
Uma comunidade de quatro robôs orienta-se por meio de um software de reconhecimento de padrões faciais. A obra examina o potencial interativo (e não apenas responsivo) de elementos robóticos ao se engajar em formas de comunicação performativas e não-verbais com o público.

Os robôs se movimentam de forma aleatória, apontando suas câmeras (uma câmera na frente, e alguns leds atrás) para todas as direções. Quando você para em algum lugar em torno da obra, e um deles reconhece a sua presença, ele fixa a câmera na direção da cabeça e os leds na parte de trás começam a girar e mudar de cor. As imagens captadas são exibidas em um monitor colocado no começo do correedor, para que todos possam ver as imagens captadas pelos robôs.

SUBSOLO#1

Mutations of the White Doe, de Nicolas Reeves [Estados Unidos, 1997]
Três esculturas de polímero translúcido elaboradas com base num algoritmo genético. Os blocos avulsos construídos, quando reunidos, lembram objetos arquitetônicos improváveis. O pedestal de cada escultura emite trechos reelaborados de The White Doe, música folclórica escandinava que data de épocas remotas.

Basicamente, Nicolas Reeves transformou a música em imagem e a imprimiu em três blocos.

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The Bacterial Orchestra, de Martin Lubcke e Olle Um Cornéer [Suécia, 2006]
Uma orquestra formada por “células auditivas” que se comportam como um organismo. Da interação entre elas resulta uma espécie de microfonia que, trabalhada por um software especial, possibilita evoluções sonoras que aludem a diferentes momentos históricos da música, que vão de Mozart a acid house.

Uma sala com diversas caixas de som e microfones para captar os sons do ambiente. Conforme uma pessoa faz algum ruído, seja estalando os dedos, falando ou batendo uma caneta num caderno, as caixas de som respondem utilizando aquele mesmo ruído, com diferentes efeitos, criando um novo som.

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youTAG, de Lucas Bambozzi [Brasil, 2008]
Trabalho de web art composto basicamente de um sistema especial de procura de palavras-chave associadas a vídeos e fotos da internet. Por uma busca específica, o visitante recebe em seu e-mail uma peça audiovisual remixada – e de autoria desconhecida – com base em seu material previamente existente e disponível na rede. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Cibernética em 2007.

Veja os vídeos gerados a partir da minha escolha de palavras-chave:

Vídeo 4: http://www.youtag.org/player.php?tag=590
Vídeo 3: http://www.youtag.org/player.php?tag=589
Vídeo 2: http://www.youtag.org/player.php?tag=588
Vídeo 1: http://www.youtag.org/player.php?tag=587

SUBSOLO#2

Reler, de Raquel Kogan [Brasil, 2008]
Estante composta de 50 livros-objeto. Ao ser abertos, um mecanismo dispara a gravação de trechos de textos de diversos autores. Assim, o público compõe um “palimpsesto” sonoro, sem que cada visitante deixe de ouvir o trecho do livro específico que está em suas mãos, Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética 2007.

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Canções Submersas, de Vivian Caccuri [Brasil, 2008]
A instalação promove a interferência de quatro carpas – que vivem em uma piscina climatizada – no som MP3 do público. A movimentação do nado dos animais é reconhecida por um software especial. Conforme os peixes se movimentam e se aproximam uns dos outros, o sistema modifica em tempo real as faixas musicais. É então criada uma “cacofonia fluida” no ambiente da obra, possibilitando uma audição coletiva de arquivos sonoros íntimos. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007

Introdução e Divisão do Espaço – Emoção Art.ficial 4

July 6, 2008

Infelizmente não fui autorizado a fotografar o local, então, esse Live Report não contará com imagens da exposição.

Domingo, 06 de Julho de 2008.

Cheguei ao Itaú Cultural e logo vi a indicação para a exposição, entrei, peguei o panfleto do Emoção Art.ficial e o de algumas futuras exposições e fui conhecer a exposição; ela ocupava quatro andares do Itaú Cultural da seguinte forma:

Piso Térreo:

Recepção e Informações.

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Primeiro Andar:

RAP 3 – Robotic Action Painter , de Leonel Moura [Portugal, 2006]
Mikado_Xplosion, de Pascal Dombis [França, 2008]
Performative Ecologies, de Ruairi Glynn [Inglaterra, 2007]
I/VOID/O, de Sandro Canavezzi de Abreu [Brasil, 2008]
Spore, de Will Wright/Eletronic Arts [Estados Unidos, 2008]

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Subsolo1:

Tumbling Dream Chambers, de Boredomresearch [Inglaterra, 2007]
PixFlow#2, de LAb[au] [Bélgica, 2007]
youTAG, de Lucas Bambozzi [Brasil, 2008]
The Bacterial Orchestra, de Martin Lubcke e Ollen Cornéer [Suécia, 2006]
Bacterias Argentinas, de Santiago Ortiz [Colômbia, 2004]
Mutations of the White Doe, de Nicolas Reeves [Estados Unidos, 1997]

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Subsolo2:

Bachelor – The Dual Body, de Ki-Bong Rhee [Coréia, 2003]
Ultra-Nature, de Miguel Chevalier [México, 2008]
Reler, de Raquel Kogan [Brasil, 2008]
Roots, de Roman Kirschner [Áustria, 2006]
Canções Submersas, de Vivian Caccuri [Brasil, 2008]

A caminho do Emoção Art.ficial 4

July 6, 2008

Estou indo para o Emoção Art.ficial, que deve estar abrindo nesse exato momento.

Na foto, o equipamento: dispositivo de conexão móvel (sup. esq.) e o  notebook que fazem com que seja possível a realização da postagem em tempo real; o telefone celular (inf. dir.) e a câmera fotográfica digital (inf. dir.) que possibilitam a documentação em formato de imagem.

Primeiras Informações // Emoção Art.ficial 4

July 2, 2008

02/07 à 14/09: Emoção art.ficial 4 – EMERGÊNCIA
categoria: arte eletrônica

local:
Itaú Cultural – Av. Paulista, 149 (próximo ao metrô Brigadeiro)

review:
No cotidiano, associamos a palavra emergência a hospitais e ambulâncias. Mas ela traz também outros significados menos óbvios, como realidades complexas surgindo da aplicação de regras simples. O cérebro, o formigueiro, as cidades e os softwares livres são exemplos de emergência sob este ponto de vista não convencional.

A quarta edição da Bienal Emoção Art.ficial, entre 2 de julho e 14 de setembro, reflete sobre a emergência no campo da arte cibernética. A exposição apresenta obras constituídas por elementos reais ou virtuais que, ao interagirem entre si, originam resultados complexos não-previstos pelo artista. A construção de tais obras apresenta, dessa maneira, características emergentes que expandem os conceitos tradicionais de criação e autoria.

Além da exposição, será realizado o Simpósio Emoção Art.ficial 4.0, entre 2 e 5 de julho e com transmissão ao vivo pela internet, que tratará sobre o conceito de emergência. ON_OFF, espetáculos em live images, e performances de improvisação em dança completam a programação em julho.

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site oficial:
http://www.itaucultural.org.br/emocaoartficial4